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07-Jul-2010 |
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Angelina Vidal

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta realizou no dia 11 de Março, dia de nascimento de Angelina Vidal, ao meio dia, o plantio de um carvalho no Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa. Esta Homenagem da UMAR a Angelina Vidal (1947-1917), republicana e socialista que defendeu os direitos das mulheres trabalhadoras contou com os discursos de homenagem da jornalista Maria Augusta Seixas e do sobrinho-bisneto de Angelina Vidal – o engenheiro Campos Vidal.
De acordo com as investigações feitas por este, Angelina terá nascido a 11 de Março de 1847, 6 anos antes do que é comummente afirmado e até foi baptizada na igreja paroquial de São José em 1849, 4 anos antes de 1853, o ano que é referido como sendo o do seu nascimento. Mas isso fica para a leitura da sua biografia. Diz o Eng. Campos Vidal, que a estudou ao pormenor, anos a fio, que «Angelina Vidal é uma mulher fácil de admirar, difícil de amar».
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O papel do ensino técnico para as raparigas no Estado Novo na reforma de 1948 |
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05-Jul-2010 |
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Uma Reflexão ainda actual em torno do texto sobre o papel do ensino técnico para as raparigas no Estado Novo na reforma de 1948
de Alice Brito, feminista e jurista
“Parte-se do princípio de que a escola técnica feminina portuguesa, como já acentuámos, não deve apenas preparar profissionais do trabalho, mas educar raparigas para bem cumprirem a sua missão de mulheres e de donas de casa.
Para que este fim seja alcançado, introduz-se no nosso ensino a disciplina de Economia Doméstica, destinada a dar às alunas das escolas técnicas uma noção segura e perfeita do papel que terão a desempenhar no seio da família; a ensinar-lhes a compreender e a amar o trabalho doméstico; a organizar a sua vida segundo os seus recursos e capacidades e não segundo os seus desejos e gostos; a cultivar as virtudes familiares de dedicação, bondade, paciência, igualdade de carácter, aliadas ao amor pelo trabalho, pela ordem, pelo asseio, pela economia.”
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22-Jun-2010 |
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Uma Reflexão em torno de Ana de Castro Osório
e a greve das conserveiras de Setúbal
Manuela Tavares
Investigadora em Estudos sobre as Mulheres
Membro da Direcção da UMAR
A 16 de Junho de 2010 completaram-se 138 anos sobre o nascimento de Ana de Castro Osório, uma referência do feminismo português republicano. Durante muitos anos, ouvi dizer que o feminismo era uma corrente burguesa, pois até tinham existido feministas, no tempo da República, contra greves de operárias. Referia-se, então, Ana de Castro Osório, no caso das conserveiras de Setúbal, em 1911. |
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16-Abr-2010 |
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Homenagem a Carolina Beatriz Ângelo

"A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta realizou no dia 16 de Abril, dia de aniversário de Carolina Beatriz Angelo (1878/1911) uma homenagem a esta feminista republicana, a primeira mulher que se atreveu, mesmo contra a vontade dos republicanos no poder, a exercer o seu direito de voto. Este exemplo de rebeldia, de consciência profunda dos seus direitos como mulher e cidadã fica agora assinalado através de um acto eco-feminista: a plantação de um carvalho no Parque da Bela Vista em Lisboa. Nesta iniciativa participaram a bisneta de Carolina Beatriz Ângelo, Maria João Fagundes, a Secretária de Estado para a Igualdade, a Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, o vereador responsável pelos Espaços Verdes na CML José Sá Fernandes, o historiador João Esteves responsável pelo texto de homenagem, membros da UMAR e do núcleo de investigação Faces de Eva".
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28-Out-2008 |
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Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de
Discriminação contra as Mulheres – 30 anos
Regina Tavares da Silva
Membro do Comité para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres de 2001 a 2008
A Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, habitualmente conhecida pela sigla inglesa como Convenção CEDAW, foi adoptada pela Assembleia Geral da ONU em Dezembro de 1979.
É um dos grandes Tratados de Direitos Humanos e frequentemente apelidada de Carta dos Direitos Humanos das Mulheres. Embora o título seja formulado em termos de eliminação da discriminação, o conteúdo do articulado é mais explícito e poderia mesmo dizer-se que vai mais longe, pois nele se estabelece como objectivo último a atingir a plena igualdade das mulheres em relação aos homens.
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